“A gente precisa saber, para dar transparência em relação a isso”, disse Bruno Leite
A partir do Requerimento 35/2026, de autoria do vereador Bruno Leite (UNIÃO), a Câmara cobra informações da prefeitura sobre “planejamento, cronograma e execução de reformas e serviços de manutenção nas escolas da rede municipal de ensino”.
A propositura foi aprovada por unanimidade na sessão ordinária, nesta terça-feira (8).
A matéria questiona se existe um cronograma prevendo a realização de melhorias nas escolas. E, em caso positivo, pede que sejam informados, para cada unidade de ensino:
✔️ os serviços ou reformas que estão previstos;
✔️ a “situação atual” da escola;
✔️ a previsão de início e de conclusão das obras;
✔️ o “valor estimado ou contratado, quando houver”.
“Foi realizada alguma vistoria técnica nas unidades escolares durante o ano de 2026 para identificar problemas de infraestrutura?”, pergunta o Requerimento aprovado.
Ao todo, a matéria contempla nove perguntas.
Problemas
O autor cita “relatos” de “problemas de conservação e manutenção” em escolas.
E frisa a relevância de se ter “ambientes seguros, adequados e dignos”.
“A manutenção preventiva e corretiva das escolas também é medida importante”, completa.
Para o parlamentar, as informações podem permitir que a Câmara possa:
- acompanhar o planejamento da Administração Municipal,
- verificar quais unidades apresentam maior necessidade de intervenção
- e fiscalizar a execução dos serviços e a aplicação dos recursos.
Comentário
🗨️ “Temos escolas da década de 80 que sequer passaram por alguma revitalização”, disse Bruno.
Ele lembrou que a fiscalização é uma prerrogativa dos vereadores.
Além disso, citou a falta de “reformas e parquinhos”, por exemplo, nesses espaços públicos.
O autor destacou a importância do envio das respostas, pela Secretaria de Educação.
Ele lembrou que Emendas Impositivas poderiam ser enviadas às escolas.
Entretanto, citou a relevância de se “entender a necessidade” e o cronograma da prefeitura.
“Para que a gente possa correr atrás [de recursos] e ajudar”, salientou.
“A gente precisa saber, para dar transparência em relação a isso”, completou.