Vereadores debatem Requerimentos

ProfessorAdriel BrunoLeite 08.06.2026Respectivamente, Professor Adriel e Bruno Leite falaram contra e a favor dos RequerimentosOs Requerimentos 26/2026, cobrando informações e documentos sobre o abastecimento de remédios, e 27/2026, pedindo esclarecimentos sobre serviços de iluminação pública, foram debatidos na sessão ordinária desta segunda-feira (8).

As matérias legislativas são de autoria do vereador Bruno Leite (UNIÃO) e foram rejeitadas com dez votos contrários e dois favoráveis.

Bruno pediu a aprovação; já Professor Adriel (PDT) recomendou a rejeição dos documentos.

Abaixo, leia um resumo dos argumentos de cada um.  

Contrário

Líder do governo Murilo Rinaldo na Câmara, Professor Adriel defendeu a rejeição. 

Ele disse que “a maioria das informações” já estão no portal da transparência da prefeitura. 

Adriel relatou que os contratos estão disponibilizados no portal; e disse que, na atual legislatura, 44 Requerimentos foram aprovados.

Ele questionou quais destes pedidos de informação geraram “algum desdobramento”, como Comissões Processantes, Comissões de Inquérito ou inquérito civil.

Para o parlamentar, essa “quantidade exacerbada de Requerimentos aprovados”, sem indício de irregularidades, traz “uma falsa sensação” de que a fiscalização estaria acontecendo.

Segundo ele, os Requerimentos não impedem infrações, e tumultuam a administração.

A favor

Bruno Leite disse que os Requerimentos fiscalizam a gestão, e, caso fossem rejeitados, seriam levados ao Ministério Público.

“As ferramentas que o vereador tem para fiscalizar [...] são os Requerimentos, os ofícios”, disse.

Ele destacou que ofícios e Requerimentos “sequer são respondidos pela prefeitura”. 

“Como que a gente vai fiscalizar? Para que serve um vereador, aqui? Somente para aprovar nome de rua e Moção?”, questionou.

O parlamentar ainda citou a dificuldade de se localizar os dados e “todas as informações necessárias” no portal da transparência do Poder Executivo.

Bruno também disse que os Requerimentos visam defender a população. 

“Se não há nada de errado, por que não responder?”, perguntou.

Foto Lado a Lado