A campanha “Saúde Sim, Violência Não” foi abordada na audiência pública“Estamos aqui para tratar de um assunto da máxima importância para a nossa sociedade”, comentou Professor Adriel (PDT), logo no início da audiência pública da Comissão de Meio Ambiente, Educação, Cultura e Outros Assuntos (CMA), que discutiu a campanha “Saúde Sim, Violência Não”, na noite desta terça-feira (11).
Presidente da CMA, ele explicou que a temática foi sugerida pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde de Campinas e Região (SinSaúde).
O objetivo, explicou o vereador, “é lutar contra a cultura de violência que vem acontecendo e alarmando a todos que se preocupam com os trabalhadores em Saúde”.
Segundo ele, a violência tem atingido os profissionais que atuam no setor público e na iniciativa privada.
“É uma pauta muito importante para o nosso município e para toda Região Metropolitana”, completou Clair Gomes (PSB), vice-presidente da CMA.
Clair também citou a necessidade de criação de políticas públicas de enfrentamento da violência.
“Estamos juntos, para poder contribuir e somar”, disse.
Dados
O presidente da Comissão citou dados “alarmantes”.
Dentre eles, o aumento de 40% nos casos de violência, no último ano, conforme estatísticas.
Adriel lembrou que a categoria é composta majoritariamente por mulheres.
“Cerca de 65% a 75% dos trabalhadores em Saúde no Brasil são pessoas do sexo feminino”, disse.
Dessa forma, salientou, a pauta contempla “o enfrentamento à violência de gênero”.
Uma reportagem sobre agressões contra profissionais de saúde também foi exibida.
Presenças
Dentre as autoridades presentes, compuseram a mesa da audiência pública:
- o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Ricardo Aparecido Lombardo;
- os representantes do SinSaúde, Odair Pires, Adriana Botelho e Marcelo Rodrigues;
- o comandante da Guarda Municipal, Denival Santana;
- o dirigente do Sindicato dos Servidores (Sindsmor), Adelício Paranhos;
- a advogada Maria Inêz Ferreira, representante da OAB Capivari;
- e a enfermeira Maria Regiane Lavelha, da Secretaria Municipal de Saúde.
Os debates duraram cerca de duas horas. Diversos munícipes estiveram presentes.
(Mais informações nas próximas reportagens)
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