Bruno cobra pagamento ao magistério

BrunoLeite 13.04.2026“Que a prefeitura, agora, pague o que deve a esses funcionários”, afirmou Bruno LeiteO vereador Bruno Leite (UNIÃO) manifesta solidariedade “a todos os funcionários públicos do quadro de magistério” de Monte Mor e pede que o município efetue pagamentos devidos.

Na sessão ordinária de segunda-feira (13), ele disse que existe decisão judicial “favorável, para que a prefeitura pague o retroativo, todas as perdas a esses funcionários”.

“Que a prefeitura, agora, pague o que deve a esses funcionários”, afirmou, no pronunciamento, destacando que tem cobrado a medida na tribuna da Câmara. 

Segundo ele, o Ministério Público já notificou o Poder Executivo, e o município “tem por obrigação” pagar “de fato o que deve a esses funcionários”.

Sensibilidade e respeito

Bruno manifestou seu apoio à categoria do funcionalismo público, e pediu que a prefeitura tenha “sensibilidade e respeito com esses profissionais”, pagando os valores devidos.

O vereador ainda citou duas funcionárias que pedem “a inclusão do abono de permanência na base de cálculo do 13º, do adicional de férias, [e] pagamento dessas diferenças retroativas”.

“É de direito delas. Trabalharam e precisam receber aquilo que é de direito”, salientou.

Campanha salarial

O parlamentar também manifestou apoio ao sindicato, e disse que, neste ano, os funcionários esperam receber a 13ª parcela do vale-alimentação e “no mínimo 10% de aumento salarial”.

Ele ainda defendeu que o vale-alimentação seja reajustado para “R$ 1.100,00 a R$ 1.200,00” mensais. Cobrou, ainda, o pagamento das licenças-prêmio atrasadas ao funcionalismo.

Josuel comemora volta da água no Colorado

JosuelDaConceçãoDiscurso 13.04.2026 MG 1593Moradores vão “voltar a ter dignidade” com o abastecimento de água, destacou JosuelO vereador Josuel da Conceição (PSD) apresentou “uma boa notícia, uma excelente notícia”, durante discurso na sessão ordinária desta segunda-feira (13).

Na oportunidade, o parlamentar afirmou que as dez famílias que residem em uma área verde do Jardim Colorado vão voltar a ter abastecimento de água em suas residências.

Ele explicou que “a água lá era irregular”, na localidade, o que levou a Sabesp a realizar o corte do abastecimento - problema que agora foi solucionado. 

Josuel disse que acompanhou a luta desses moradores, e que a situação “não dependia do prefeito”, mas de atuação do Ministério Público, que foi acionado pelo seu gabinete, inclusive.

Liberação

Segundo o vereador, basta agora que os moradores preencham uma “liberação” e a apresentem à Sabesp, para “voltar a ter dignidade”, retomando o abastecimento.

“Hoje saiu a autorização: o Ministério Público autorizou, a prefeitura já encaminhou lá, hoje, um fiscal, para conversar com o pessoal, com os moradores”, disse.

Ele também agradeceu ao prefeito Murilo Rinaldo, ao vice, Professor Fio, ao chefe de gabinete, Vanderlei Soares, e à procuradora-geral do município, Talita Patzi. 

Dificuldade

“Todos os vereadores se compadeceram com essa situação. Sabemos muito bem a dificuldade que é ficar sem [água]”, relatou, citando outros parlamentares.

Josuel disse que os moradores da área verde estão felizes com essa conquista. No local, explicou, há uma moradora com câncer, além de pessoa com deficiência, gestante e idosos. 

Requerimento aborda contrato de R$ 2,9 mi

chuvas 27.2.26 prefeituraVista aérea de região alagada, em Monte Mor (Foto ilustrativa: Prefeitura | 27/02/2026)Em março, a prefeitura firmou um contrato no valor total de R$ 2,9 milhões, para a “prestação de serviços técnicos de limpeza urbana”, após as chuvas intensas e alagamentos.

Conforme extrato divulgado no Diário Oficial, a medida contempla ações como “conservação e manutenção de áreas verdes, roçada, poda e manejo de árvores, incluindo remoção de resíduos vegetais, em vias públicas, praças e áreas institucionais”.

Essa contratação é alvo do Requerimento 9/2026, de autoria da vereadora Wal da Farmácia (PSB), aprovado por unanimidade na sessão ordinária desta segunda-feira (13).

A matéria legislativa solicita informações diversas, incluindo:

✅ os critérios adotados pelo município para a abertura da dispensa de licitação emergencial;

✅ a secretaria responsável pelo contrato e o responsável pela sua fiscalização;

✅ se existem funcionários efetivos exercendo as mesmas atribuições previstas no contrato. 

O Requerimento também pede diversos documentos, como a cópia do próprio contrato celebrado pela prefeitura, a “análise de riscos” e o termo de referência.

“Devemos dar [aos munícipes, pagadores de impostos] as informações que nos são solicitadas no que tange à correta aplicação dos recursos públicos”, destaca Wal. 

Detalhes

No objeto do contrato, o Poder Executivo diz que a medida visa à mitigação de riscos à população, à restauração da mobilidade urbana e à preservação da saúde pública.

O documento faz referência aos estragos causados pelas chuvas e alagamentos “ocorridos no exercício de 2026”, e a contratação tem validade de 12 meses. 

A empresa contratada denomina-se “Victor Augusto Magarian Silva LTDA”.  

Contrato para Casa da Criança é questionado

WalDaFarmácia 13.04.2026Wal: vereadores devem fiscalizar atos da prefeitura quando “envolvem valores elevados”Foi aprovado por unanimidade o Requerimento 8/2026, da vereadora Wal da Farmácia (PSB), que pede informações à prefeitura sobre o Contrato 88/2025.

Trata-se da contratação de serviços “em caráter excepcional, emergencial e eventual”, para o “acolhimento de crianças e adolescentes na Casa da Criança Clara Luiza Clemente”.

O “valor global” do contrato é de R$ 1,2 milhão. 

A votação do Requerimento, realizada em bloco com outro pedido de informações da mesma autora, ocorreu na sessão ordinária desta segunda-feira (13).

Perguntas

Entre os questionamentos, Wal pergunta se existem funcionários efetivos e comissionados “lotados na referida Casa da Criança” (e, em caso positivo, quais cargos ocupam).

O pedido de informações ainda solicita cópias de diversos documentos, incluindo Estudo Técnico Preliminar (ETP), estimativa de despesa e parecer jurídico, dentre outros. 

Na Justificativa, é salientado que a propositura resulta do trabalho “legislativo e fiscalizador” dos parlamentares, e servirá para elucidar questionamentos recebidos de munícipes.

“É dever basilar do vereador fiscalizar os atos do Poder Executivo quando esses envolvem valores elevados”, afirma a autora do Requerimento, na matéria legislativa.

Extrato

No extrato de contrato divulgado pela prefeitura no Portal da Transparência, constam os seguintes “itens”, que contemplam categorias profissionais passíveis de contratação:

  • cozinheiro 12x36;
  • auxiliar de cozinha 40 h;
  • educador(a) cuidador(a) 12x36;
  • educador(a) / cuidador(a) 12x36 noturno;
  • auxiliar de limpeza 6x1.

No documento público, é citada a contratação da empresa “Bio-Vida Engenharia Consultoria Social Ambiental LTDA”.

Ainda segundo o texto, a medida visa garantir que a Casa da Criança “disponha de condições adequadas para cumprir sua missão institucional”. 

Foto Lado a Lado