“Com saúde não se brinca, secretário”, diz Wal

“Quando tenho que cobrar, eu cobro mesmo”, afirmou Wal da Farmácia“Quando tenho que cobrar, eu cobro mesmo”, afirmou Wal da Farmácia

A vereadora Wal da Farmácia (PSB) afirma que recebe vários pedidos de moradores, “para resolver demandas da nossa saúde, principalmente em marcação de consultas, exames laboratoriais, [...] fonoaudiologia, fisioterapia e agendamento”. 

“Com a nossa saúde, secretário, não se brinca”, afirmou a parlamentar, na sessão ordinária de 6 de julho, ressaltando que tem lutado para garantir melhorias na área. 

Ela citou o caso de agendamentos de consultas médicas disponíveis somente para “daqui há três meses” – problema que se repete para a marcação de exames, inclusive de sangue.

A parlamentar ainda destacou que, no caso de especialidades médicas, há relatos de existência de disponibilidade de agendamento “só para o ano que vem”. 

Wal defendeu a desburocratização do serviço de saúde, e sugeriu a capacitação dos servidores da linha de frente, que não são concursados, para o fornecimento de informações adequadas. 

“Todos sabem que, quando eu tenho que elogiar, eu elogio, sim, mas, quando tenho que cobrar, eu cobro mesmo”, afirmou, em trecho inicial do seu pronunciamento

Autismo

A vereadora citou a “falta de empatia com as crianças autistas”, e a não disponibilização de um “professor de adaptação”, mesmo com a existência de laudo do transtorno, por exemplo.

Ela anunciou que pretende oficializar as reclamações ao Sindicato dos Servidores Públicos (Sindsmor) e “judicializar” esses casos de não atendimento, pelo município.

(⚠️Notícia publicada em 06/08/2026, com data retroativa)  

1º turno: LDO é aprovada; Emenda é rejeitada

Emenda que alteraria texto da LDO foi rejeitada por 11 a 3 Emenda que alteraria texto da LDO foi rejeitada por 11 a 3

Por unanimidade, os vereadores aprovaram em 1º turno o Projeto de Lei (PL) 23/2026, da prefeitura, que estabelece as regras para elaboração e execução do Orçamento de 2027.  

Conhecido como Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o documento traz regras, vedações e limites para as despesas dos Poderes Executivo e Legislativo, por exemplo.

A votação foi realizada na sessão ordinária da segunda-feira (6/7)

Na mesma data, foi rejeitada, por 11 votos contrários e três favoráveis, a Emenda Modificativa 5/2026, dos vereadores Wal da Farmácia (PSB) e Bruno Leite (UNIÃO)

A matéria sugeria alteração em um artigo do PL 23, reduzindo de até 15% para até 10% o limite para abertura de créditos por decreto, pela prefeitura, visando ampliar a fiscalização.

As duas proposituras já haviam passado por uma audiência pública da Comissão Permanente de Acompanhamento de Políticas Sociais (CPAPS), na semana passada.

Na oportunidade, foram fornecidos detalhes sobre o PL 23, que, em um dos anexos, estima o orçamento do município para o próximo em R$ 551,6 milhões.

Comentários

Wal defendeu a importância da Emenda, ressaltando que atualmente o remanejamento de fichas é feito “mais por decreto”, pela prefeitura.

Segundo ela, a redução do percentual tornaria a Casa legislativa “mais fiscalizatória”, ampliando o controle da execução do orçamento pelos vereadores.

Ainda conforme a parlamentar, a medida não interferiria no andamento administrativo.

Bruno explicou que a Emenda visa garantir que as suplementações passem pela aprovação dos vereadores.  

“A gente vê muita suplementação de fichas, de valores, que são dinheiro público, e que não passam por nós, aqui”, afirmou.

Segundo o parlamentar, a medida visa garantir “mais transparência”, inclusive.

O PL ainda depende de votação em 2º turno. 

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(⚠️Notícia publicada em 06/08/2026, com data retroativa)

Prioridades do município são debatidas 🗨️

Audiência pública foi realizada nesta quinta-feira (2), no Plenário da CâmaraAudiência pública foi realizada nesta quinta-feira (2), no Plenário da Câmara

Vereadores e representantes da prefeitura discutiram o Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027, nesta quinta-feira (2), na audiência pública da Comissão Permanente de Acompanhamento de Políticas Sociais (CPAPS).

Foram fornecidos detalhes sobre o Projeto de Lei (PL) 23/2026, do Poder Executivo; o orçamento do município para o próximo ano é estimado em R$ 551,6 milhões.

O evento foi liderado pelo presidente da CPAPS, vereador Alexandre Pinheiro (Republicanos), que destacou a relevância dos debates sobre as questões orçamentárias.

Edson Silva (PL) perguntou qual percentual de remanejamentos foi “efetivamente utilizado” pelo município neste ano, dentro do Orçamento.

O representante de uma empresa de assessoria da prefeitura citou “8,78% de utilização”, e justificou que os 15% previstos no PL 23 visam garantir alterações urgentes. 

A pauta da audiência contou com Emenda de Wal da Farmácia (PSB), que propõe reduzir de até 15% para até 10% o limite para abertura de créditos por decreto, pela prefeitura.

Prioridades

Bruno Leite (UNIÃO) disse que a prefeitura firmou, recentemente, um contrato de publicidade e marketing no valor de R$ 2,5 milhões.

Ele criticou esse gasto, e disse que o valor corresponde a “mais de 50%” do previsto para algumas secretarias importantes. Além disso, defendeu a adequação das prioridades. 

A assessoria do Executivo disse que o contrato publicitário é amplo e inclui campanhas de cunho legal e institucional, exigidas pelo Tribunal de Contas, e de conscientização.

Alexandre Pinheiro questionou as prioridades da área de Obras, e citou problemas de infraestrutura e de “falta de planejamento em relação a bairros que foram liberados”. 

O presidente da Comissão defendeu transparência nas contrapartidas a serem dadas pelos empreendimentos imobiliários, e sugeriu mecanismos para acompanhar a execução da LDO.

Alexandre Romão, secretário de Obras, disse que o município foca no “desenvolvimento estrutural”, e citou ações de tapa-buraco, recapeamento e drenagem em andamento.

Além disso, comentou que existem cerca de 20 novos loteamentos aprovados e outros 15 em análise, e destacou que adequações nas políticas de contrapartidas foram implementadas. 

Roger Santos (PT) também criticou o contrato de R$ 2,5 mi, para ações de marketing, e reforçou a necessidade de o governo “materializar” obras e melhorias para a população.

O parlamentar ainda defendeu ações de planejamento, inclusive na definição das contrapartidas para construção de novos empreendimentos no município.  

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Orçamento 2027 é estimado em 551 milhões

Previsão orçamentária para 2027 foi repassada (Imagem ilustrativa: Reprodução | YouTube)Previsão orçamentária para 2027 foi repassada (Imagem ilustrativa: Reprodução | YouTube)

O município de Monte Mor terá uma receita estimada em R$ 551,6 milhões para o próximo ano. 

A informação foi repassada pelo contador da Câmara, Jair Evangelista, durante audiência pública da Comissão Permanente de Acompanhamento de Políticas Sociais (CPAPS).

Transmitido ao vivo pela internet, o evento foi realizado no Plenário, na manhã desta quinta-feira (2), com a presença de vereadores e de representantes da prefeitura.   

Segundo o contador, as despesas de 2027, por entidades, estão fixadas da seguinte forma:

💰 Prefeitura: R$ 476,6 milhões 

💰 Instituto de Previdência (Ipremor): R$ 59,9 milhões

💰 Câmara: R$ 14,9 milhões

No Poder Executivo, a Secretaria da Educação contará com o maior orçamento, R$ 195,2 mi, seguida pela Saúde, R$ 113,4 mi. 

Os dados apresentados constam dos anexos do Projeto de Lei (PL) 23/2026, da prefeitura, debatido na data. 

Detalhes

O PL 23/2026 compreende as metas e prioridades da administração, orientando a elaboração da Lei Orçamentária de 2027.

Conhecido como Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o documento traz regras, vedações e limites para as despesas dos Poderes Executivo e Legislativo, por exemplo.

A pauta da audiência pública ainda contou com a Emenda Modificativa 5/2026, dos vereadores Bruno Leite (UNIÃO)Wal da Farmácia (PSB), que propõe modificações em um artigo do PL 23.

O texto altera de até 15% para até 10% o limite para abertura de créditos por decreto, pela prefeitura, visando ampliar o controle e a fiscalização realizados pela Câmara.

Presenças

Da Comissão, participaram os vereadores Alexandre Pinheiro (Republicanos), presidente, Renato Olivatto (PSDB), vice, e Edson Silva (PL), membro.

Além disso, Beto Carvalho (PP), presidente da Câmara, Camilla Hellen (Republicanos), Bruno Leite e Roger Santos (PT) estiveram presentes.

A prefeitura foi representada pelos secretários Josiane Almeida (Finanças), Lúcia Albrecht (Administração), Alexandre Romão (Obras) e Daniel Honorato (Defesa Civil); pelo servidor Diogo Sartori, da Educação; e pelo funcionário de uma consultoria especializada.

Parlamentares fizeram comentários e perguntas (mais detalhes na próxima reportagem).

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(⚠️ Notícia atualizada às 13h48, para adequação no texto, mantendo-se o conteúdo previamente publicado). 

(⚠️ Nova atualização em 07/08/2026, às 8h47, para correção, tendo em vista que o nome do vereador Bruno Leite, coautor da Emenda, havia sido omitido na primeira versão do texto). 

Foto Lado a Lado