Câmara fiscaliza contratos de R$ 351 mil

WalDaFarmácia 18.05.2026 editA vereadora Wal da Farmácia é autora dos dois pedidos de informaçãoNa sessão ordinária desta segunda-feira (18), a Câmara aprovou por unanimidade dois Requerimentos de autoria da vereadora Wal da Farmácia (PSB).

As matérias fiscalizam contratos firmados pela prefeitura, que totalizam R$ 351 mil. 

São eles:

Requerimento 19/2026, sobre a “aquisição da raspa de asfalto para manutenção e conservação de vias públicas”, por dispensa de licitação, no valor de R$ 60 mil;

Requerimento 20/2026, relativo à contratação de empresa, por inexigibilidade de licitação, para fornecer curativos primários e não aderentes específicos, “com combate à infecção”, por R$ 291 mil.

Na Justificativa, a autora destaca que é dever dos parlamentares “fiscalizar os atos do Poder Executivo quando estes envolvem valores elevados”.

Contratações

Conforme o site da prefeitura, o primeiro contrato foi firmado com a empresa DNP Terraplenagem e Pavimentadora Foresto Ltda, e tem vigência de 25 de março a 25 de junho. 

Já o segundo foi assinado com Urgo Medical Brasil Participações Ltda, e vigora até 1º de abril de 2027. 

Questionamentos

Além de solicitar diversos documentos - como pareceres jurídicos e cópias dos contratos - os Requerimentos questionam:

  • se as empresas já estão prestando os serviços contratados;
  • como é feito o controle de entrega dos materiais;
  • quais foram os critérios adotados para não se realizar licitações. 

Os pedidos de informação foram votados em bloco

Plenário rejeita arquivamento de Projeto

Votação 18.05.2026 IMG 3322Painel de votação exibe resultado: Projeto da CJR foi rejeitado pelo PlenárioPor nove votos contrários, três favoráveis e uma abstenção, o Plenário rejeitou o Projeto de Resolução 4/2026, de autoria da Comissão de Justiça e Redação (CJR), que pretendia arquivar o Projeto de Lei (PL) 8/2026, da vereadora Wal da Farmácia (PSB).

A votação ocorreu na sessão ordinária desta segunda-feira (18)

O Projeto de Lei pretende dar o nome de Carlos Roberto Brevi ao campo de bocha localizado na praça Sebastião Elias de Almeida, do Jardim Planalto.

O PR agora rejeitado negaria provimento ao Recurso apresentado pela vereadora, contra Parecer da CJR que havia sido contrário ao seu PL “em razão da ausência de documentação essencial que comprove que o campo de bocha não possui denominação oficial”. 

Com a votação, deixa de prevalecer o entendimento da Comissão, recomendando o arquivamento do Projeto de Lei, que seguirá em tramitação na Câmara. 

No Recurso à CJR, Wal afirma que “a referida certidão apontada como faltante foi emitida pela municipalidade, conforme cópia em anexo”.

Debates

Ao comentar o assunto, Wal lembrou que a tramitação do PL ocorreu “dentro dos ritos regimentais”, e defendeu a rejeição do Projeto de Resolução.

A parlamentar disse que apresentou a certidão, negada pela Comissão por mera ausência de timbre, contrariando Súmulas que permitem a revisão de atos praticados por órgãos públicos.

Ela defendeu o diálogo, e citou a importância de homenagear Carlos Roberto Brevi, que foi vice-prefeito do município, com o Projeto de Lei de sua autoria.  

Vice-presidente da CJR, o vereador Edson Silva (PL) leu o Parecer emitido pelo colegiado, e defendeu a aprovação do Projeto de Resolução, pelo Plenário. 

No texto, é destacado que a Comissão deve observar os princípios da legalidade, segurança jurídica e razoabilidade - e que foi constatada a ausência de “documentação essencial”.

Ainda segundo o parlamentar, não houve o “atendimento aos requisitos formais no momento oportuno de tramitação” da propositura.   

Sedes: contrato de R$ 258 mil é fiscalizado

Geral 11.05.2026 01Wal da Farmácia é autora do pedido de informações (Foto: Arquivo | 05/03/2026)No Requerimento 18/2026, da vereadora Wal da Farmácia (PSB), a Câmara solicita informações sobre a contratação de uma empresa pela prefeitura.

No valor de R$ 258 mil, o contrato visa à “prestação de serviços técnicos especializados de consultoria, capacitação, governança e apoio às ações, projetos e programas” desenvolvidos pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social (Sedes).

A contratação ocorreu por inexigibilidade de licitação, em fevereiro, e vale por um ano. 

O pedido de informações foi aprovado por unanimidade na sessão ordinária desta segunda-feira (11).

Perguntas

A Câmara questiona se a empresa “já está prestando os serviços”. Além disso, pergunta: 

➡️ Quais tipos de consultoria e de capacitação têm sido prestados?

➡️ Se a empresa já acompanhou programas ou projetos desenvolvidos pela secretaria?

Também são solicitados documentos, como parecer jurídico e cópia do contrato.

Vereadores fiscalizam dispensas de licitação

prefeitura 04.11.2025Os contratos foram assinados em fevereiro e março deste ano (Foto: Prefeitura | 04/11/25)Duas contratações realizadas pela prefeitura, por dispensa de licitação, serão fiscalizadas pela Câmara, a partir de Requerimentos de autoria da vereadora Wal da Farmácia (PSB).

Os pedidos de informação foram votados em bloco e aprovados por unanimidade na sessão ordinária desta segunda-feira (4).

Ao todo, os dois contratos firmados pelo município somam R$ 117,8 mil.

Na Justificativa, a autora destaca que “é dever basilar do vereador fiscalizar os atos do Poder Executivo quando esses envolvem valores elevados”. 

As matérias legislativas aprovadas são estas:

✔️ Requerimento 15/2026, fiscalizando a dispensa que levou à “contratação de salva-vidas para as piscinas municipais de Monte Mor”, por R$ 61,8 mil;

✔️ Requerimento 16/2026, que fiscaliza a dispensa para “aquisição de café torrado e moído para consumo das secretarias municipais, pelo período de 6 meses”, no valor de R$ 56 mil.

Os contratos foram assinados, respectivamente, em fevereiro e março deste ano.

Questionamentos

Os pedidos de informação apresentam várias perguntas, como:

  • se os serviços contratados já estão sendo prestados;
  • quais os critérios adotados pela prefeitura para dispensar as licitações;
  • quais secretarias municipais foram responsáveis pelas contratações.

Além disso, são solicitados documentos ao Poder Executivo.

Foto Lado a Lado